Quem sou como professor e aprendiz?
Sou
Leandro Ramos Furtado e trabalho atualmente com alunos de 7º ano do
Ensino Fundamental. Gosto do que faço, apesar de encontrar muitas
dificuldades para realizar algumas tarefas, não atingindo totalmente os
objetivos traçados. Estamos vivendo uma época de grandes mudanças,
principalmente na área tecnológica, onde "esbarramos" com o novo e
precisamos aprender a lidar com ele. Às vezes nos faltam incentivos para
que cursos e novas aprendizagens possam ser concluídas. Procuro, na
medida do possível, estar integrada com o que surge de novo, me
adaptando, para que o meu trabalho em sala de aula também possa variar,
melhorar. Os alunos que têm acesso às novas tecnologias, muitas vezes,
estão à nossa frente, ou seja, têm maior facilidade em aprender o novo.
Ainda mais quando é do interesse deles. Com isso, também aprendemos com
eles várias coisas e ou aperfeiçoamos outras.
Me sinto muito a vontade em demonstrar para meus alunos que também posso aprender com eles, pois assim me coloco numa condição de aprendiz e eles se sentem mais importantes, mostrando que também podem nos ensinar.
Me sinto muito a vontade em demonstrar para meus alunos que também posso aprender com eles, pois assim me coloco numa condição de aprendiz e eles se sentem mais importantes, mostrando que também podem nos ensinar.
Refletindo
sobre a identidade do professor e sobre a própria aprendizagem,
percebe-se que a aprendizagem está se tornando uma atividade contínua ao
longo da vida e o professor, não diferente das outras pessoas, sente a
necessidade de estar aprimorando-se constantemente como forma de se
manter atualizado e de vencer novos desafios.
Uma
boa parte dos profissionais da educação está inteiramente envolvidos no
trabalho que desenvolvem na escola, mergulhados na situação colocada a
sua frente, dando o máximo e o melhor de si, proporcionando formas
diferenciadas e experiências de aprendizagem, trabalhando com o
potencial de cada indivíduo, valorizando e considerando as experiências
prévias, num quadro de inclusão e de multiculturalidade. Já outros
utilizam formas obsoletas e tradicionais para ensinar, acreditando que
“professor é aquele que ensina e aluno aquele que aprende”, pois a nossa
cultura, a escola, os meios de comunicação acabam reforçando a atitude
de receptor-passivo, produto de um sistema educacional que funciona com
base na transmissão de informação.
A
cada dia nos propomos a diferentes experiências, novos desafios e
obtemos os mais diversos resultados, alcançando os objetivos aos quais
nos propomos ou parte deles. Cabe a cada um
de nós, educadores, repensarmos constantemente nosso fazer pedagógico
para que o processo ensino-aprendizagem torne-se cada vez mais
significativo e a escola possa se transformar num lugar mais “real”,
mais acessível, podendo ser diferente, divertida, não sendo o lugar das
informações prontas, das verdades absolutas. Um
lugar onde se possa construir, questionar, pensar, enfim, colocar em
prática a velha história de aprender a aprender e que esse aprender seja
um prazer, em que a troca de informações e a construção de saberes
sejam atividades constantes num mundo digital que hoje esta sempre em
mudanças.quem sou eu como professor e aprendiz
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